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MULHER QUANDO BEBE
27 Abril 2009
Na noite passada, fui convidada para uma reunião com 'as meninas'. Eu disse a meu marido que estaria de volta meia-noite:
- Prometo! - eu disse.
Mas, as horas passaram rapidamente e a champanhe estava rolando solta.
Por volta das 3 da manhã, bêbada feito um gambá, eu fui para casa. Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e 'cantou' 3 vezes. Rapidamente, percebendo que meu marido podia acordar, eu fiz 'cuco' mais 9 vezes. Fiquei realmente orgulhosa de mim mesma por ter uma idéia tão brilhante e rápida (mesmo de porre)para evitar um possível conflito com ele. Na manhã seguinte, meu marido perguntou a que horas eu tinha chegado e eu disse a ele:
- Meia-noite!
Ele não pareceu nem um pouquinho desconfiado.
- Ufa! Daquela eu tinha escapado!
Então, ele disse:
- Nós precisamos de um novo cuco.
Quando eu perguntei por que, ele respondeu:
- Bom, de madrugada nosso relógio fez 'cuco' 3 vezes, depois não sei porque soltou um 'caraaaaalhoooo!'. Fez 'cuco' mais 4 vezes e espirrou. Fez mais 3 vezes riu e fez mais 2 vezes. Daí, tropeçou no gato, derrubou a mesinha da sala, peidou, deitou e dormiu...
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"BUNITĂO"
27 Abril 2009
Três homens estão num andaime lavando os vidros de um grande edifício. De repente, um deles dá um gemido, vira-se pro colega ao lado e lhe diz:
- Ai, preciso cagar e vai ser aqui mesmo!
- Você tá Louco! Vai sujar todo mundo lá embaixo!
- Mas eu não tô agüentando mais, cara! Não vai dar tempo de descer!!!
- Então, bata na janela e peça pra senhora deixar você usar o banheiro!
É o que ele faz...
Assim que a mulher permite a sua entrada pela janela, ele voa para o banheiro.
Está lá o homem, tranqüilo, jogando aquele barro, quando ouve uma gritaria danada. Quando sai, vê que o andaime tinha quebrado e os dois colegas tinham se espatifado no chão.
No dia seguinte, no velório, estão lá os amigos, as viúvas inconsoláveis e o cagão acompanhado da esposa, quando chega o dono da empresa onde os rapazes trabalhavam.
Imediatamente todos fazem silêncio.
O empresário começa o seu discurso, dirigindo-se às viúvas:
- Sei que foi uma perda irreparável, mas posso, pelo menos, tentar aliviar tamanho sofrimento. Como sei que as senhoras pagam aluguel, darei uma casa pra cada uma. Também sei que as senhoras dependem de ônibus; Por isso, darei um carro pra cada uma. Quanto aos estudos de seus filhos, não se preocupem mais, pois tudo será por conta da empresa até que terminem a faculdade. Para finalizar, as senhoras receberão todos os meses mil reais, para as comprinhas da cesta básica.
A mulher do cagão, já meio arroxeada, não se contendo mais, fala no ouvido do marido:
- E o 'bunitão' cagando, né?
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AGORA TÁ FICANDO MUITO SÉRIO
27 Abril 2009
Enquanto as notícias falavam de focas, pingüins, ursos polares que morreriam, florestas que se transformariam em desertos, os pólos que derreteriam, o clima de todo o mundo que mudaria, achei que ainda estava
tudo sob controle.
Mas depois de ler essa notícia eu comecei a ficar desesperado.
Vamos lá pessoal, vamos andar mais a pé e de bicicleta, vamos reciclar o lixo, vamos evitar o desmatamento...
Faça a sua parte!

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NOVA MUSA DOS BAILES FUNK
27 Abril 2009
Depois do sucesso de mulheres como: Mulher Melancia, Mulher Moranguinho, Mulher Jaca e Mulher Melão, segue a nova musa dos bailes funk cariocas, a maravilhosa Mulher Mortadela!

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PRACA CRONADA
27 Abril 2009

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QUANDO EU MORRER, NĂO QUERO CHORO NEM VELA...
27 Abril 2009
Agora a moda é, em vez de ser enterrado em um caixão, ou ser cremado, é virar diamante após a morte.
Ao custo de alguns milhares de euros e graças a uma sofisticada transformação química, uma empresa suíça agora garante ao falecido reservar seu lugar na eternidade sob a forma de um diamante humano.
Na Suíça, a empresa Algordanza recebe a cada mês entre 40 e 50 urnas funerárias procedentes de todo o mundo. Seu conteúdo será pacientemente transformado em pedra preciosa.
'Quinhentos gramas de cinzas bastam para fazer um diamante, enquanto o corpo humano deixa uma média de 2,5 a 3 kg depois da cremação', explica Rinaldo Willy, um dos co-fundadores do laboratório onde as máquinas funcionam sem interrupção 24 horas por dia. Ou seja, cada defunto pode gerar uns 5 diamantes, ou mais, dá para distribuir para toda família.
Os restos humanos são submetidos a várias etapas de transformação. Primeiro, viram carbono, depois grafite. Em seguida são expostos a temperaturas de 1.700 graus, finalmente se transformam em diamantes artificiais num prazo de quatro a seis semanas. Na natureza, o mesmo processo leva milênios.
'Cada diamante é único. A cor varia do azul escuro até quase branco. É um reflexo da personalidade', comenta Willy. A personalidade pela cor? Que coisa doida!
Uma vez obtido, o diamante bruto é polido e talhado na forma desejada pelos familiares do falecido para depois ser usado num anel ou num cordão.
Já pensou poder levar seu ente querido, depois da morte, em um colar ou anel? Se perguntarem sobre o falecido você vai poder dizer: 'Ele é uma jóia'.
Se roubarem o diamante é que é o problema, você vai ter que gritar: 'Roubaram o defunto, pega ladrão'!
O preço desta alma translúcida oscila entre 2.800 e 10.600 euros, segundo o peso da pedra (de 0,25 a um quilate), o que, segundo Willy, vale a pena, já que um enterro completo custa, por exemplo, 12.000 euros na Alemanha.
A moda tem tudo para pegar. A indústria do 'diamante humano' está em plena expansão, com empresas instaladas na Espanha, Rússia, Ucrânia e Estados Unidos.
A mobilidade da vida moderna é propícia para o setor, explica Willy, que destaca a dificuldade de se deslocar com uma urna funerária ou o melindre provocado por guardar as cinzas de um falecido na própria casa.
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O HOMEM BRASILEIRO CONFORME A CIDADE OU REGIĂO
09 Abril 2009
O PAULISTA:
Encontra a mulher com o outro na cama e vai fazer terapia. Pó meu, num tô entendeeeendo.
O CARIOCA:
Encontra a mulher com o outro na cama, junta-se a eles e se diverte.
O MINEIRO:
Encontra a mulher com o outro na cama, mata o homem e continua casado com a mulher, exatamente como manda a TFM, Tradicional Família Mineira.
O GAÚCHO:
Encontra a mulher com o outro na cama e, ao contrário do mineiro, mata a mulher fica com o marmanjo só pra ele.
O CEARENSE:
Encontra a mulher com o outro na cama e, sendo o cabra da peste que é, mata os dois e arruma outra no dia seguinte.
O GOIANO:
Encontra a mulher com o outro na cama, entra em depressão, pega a viola e vai para rua à procura de outro corno pra montar mais uma dupla sertaneja.
O BAIANO:
Encontra a mulher com o outro na cama, vai sentar na sala até que os dois terminem o que estão fazendo, pra ele poder dormir um pouco.
O BRASILIENSE:
Sempre que pega a mulher com outro na cama, de raiva vai para o Congresso e inventa mais um imposto.
O CURITIBANO:
Quando pega a mulher com outro na cama, não faz nada, pois curitibano não fala com estranhos.
O CUIABENSE:
Quando pega a mulher com outro na cama, agradece a Deus, pois vê que não é só ele que pega mulher feia.
O CATARINENSE:
Mulher de santa catarina não vai pra cama com outro, porquê está satisfeita com o homem que tem.
(Mas ahhhh!!! galo véio...)
Via email: Jonathan Falk - Blumenau - SC - BR
Obs.: Estão faltando alguns estados, cidades, regiões. Colabore escrevendo no "Comentariando" logo abaixo deste post.
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A VIAGEM
09 Abril 2009
Dia desses, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem.
Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.
Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...
Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais. Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto.
Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.
Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.
Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.
Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade...
Quem entrará? Quem sairá? Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de "todos os passageiros".
Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo.
Via email: Marie Colaço - "Florianóplix" - SC - BR
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MANHĂ DE AUTÓGRAFO NA ILHA
09 Abril 2009
Um reencontro após 62 anos vai reunir, no próximo sábado, Adolfinho (o professor) e Vilmar Puccini (o aluno), considerados dois dos melhores goleiros de Santa Catarina de todos os tempos. Eles estarão recebendo a todos para o lançamento do livro onde os autores Vilmar Puccini Jr. e Ítalo Puccini (respectivamente filho e neto do goleiro), após 4 anos de preparação - desde a elaboração do projeto passando pelas pesquisas e depoimentos, até a intensificada e demorada fase de finalização - retratam a memória de uma geração de craques dos anos 50/60, que foram a própria encarnação do futebol-arte, e que viveram um tempo singular na história do futebol joinvilense (em especial) e de Santa Catarina, como um todo:
A TRAJETÓRIA DE PUCCINI
- O resgate de uma época dourada, romântica e gloriosa, na vida e no futebol -
A obra, com 268 páginas e 155 fotos/ilustrações, recupera um patrimônio importantíssimo para o legado histórico de nossa sociedade, valorizando o passado de inúmeras pessoas de vários segmentos (político, empresarial, cultural e esportivo), que contribuíram de maneira muito nobre para o desenvolvimento qualitativo do presente em que vivemos.
O evento é aberto ao público em geral.
SERVIÇO
O quê? Lançamento de livro
Onde? Livraria Livros & Livros, rua Jerônimo Coelho, 215 - Centro
Quando? 11 de abril de 2009
Que hora: 10h
Quanto? 30,00 (O exemplar será autografado pelo homenageado e pelos autores)
Informações adicionais
1- Vilmar Puccini X Florianópolis
Vilmar Puccini, nascido em Urussanga, no Sul do estado em 1928, chegou na capital com 17 anos - em 1945 - para estudar na Escola Industrial. Suas atuações no time de futebol da escola chamaram a atenção de Nizeta, centroavante do Avaí F.C. na época, que o levou para a equipe azurra. Por dois anos, Puccini foi reserva do notável goleiro Adolfinho, considerado o melhor do estado em todos os tempos.
Há no livro, foto do Avaí de 1947.
2- Livro X Florianópolis
Daz menção ao título do Paula Ramos E.C., Campeão Catarinense de 1959, com foto do time. O Figueirense F.C. também é citado no livro por ser o primeiro time do estado a participar do Campeonato Brasileiro da Série A, em 1973.
3 - Depoimentos no livro
Ícones da imprensa catarinense, J.B. Telles e Roberto Alves.

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